Esquema de funcionamento e dimensionamento da instalação de água fria nas casas

Esquema de funcionamento e dimensionamento da instalação de água fria em residências

O consumo do PVC para água e esgoto simplificou bastante a acabamento destas instalações, porém também possui muita gente com dúvidas. Para estas mostramos aqui o delineação básico das instalações prediais de água fria em residências, até mesmo com um princípios simplificado de dimensionamento, para quem detesta cálculos.

Quem teve a aberta de assistir a acabamento de instalações hidráulicas com tubos de ferro sabe o quanto era complicado trabalhar com esse material. Os tubos de PVC mudaram completamente esta situação, hoje qualquer indivíduo com um pouco de exercício pode realizar uma instalação aceitativo.

Para arquitetos — e para quem se acaso a desenvolver por conta própria — é agradável supervisionar como funciona um sistema predial de água fria, para auxiliar no próprio projeto arquitetônico. Esse necessita adivinhar os locais de passagem dos tubos, bem a localização das válvulas, registros de controle e aparelhos sanitários.

A instalação de água fria inicia na barga pública ou, no caso de locais afastados, no abismo no qual se arrecadação a água. Para resultado deste nosso pesquisa, vamos aceitar que a apartamento está ligada à barga pública, que corre pela calçada ou até inclusive pelo meio da rua. Acompanhe pela alegoria abaixo.

No momento em que se faz o pedido de ligamento de água a concessionária faz uma sangria na bueiro que chega até um repartição situado juntamente ao ala do agrupamento. Esse repartição é do à concessionária, que o usa para atrapalhar o abastecimento caso o cliente não pague a conta.

Do repartição de chegada da concessionária parte uma ligamento que chega até o hidrômetro, que faz parte de um conjunto conhecido por popularmente de “cavalete”. O cavalete é alicerçado pelo contador de uso — similarmente alusivo à concessionária — e o repartição maior parte da água fria, esse já alusivo ao cliente.

Pelas cerimônia das concessionárias, o cavalete pode ficar até 1,50 m aberto da frente do agrupamento, porém é acertado colocá-lo bem na asneira, acudido para fora, ajudando a análise do uso sem que o empregado da concessionária precise abrenhar o bem de raiz.

Do cavalete de chegada sai uma ramificação que sobe até o banco superior, a famosa “caixa d’água”. No final desta refeição, dentro da caixa d’água, está a torneira de bóia, encarregada de preservar o nível da água lá armazenada.

Da mesma saída do cavalete, similarmente se costuma provocar uma bueiro que alimenta a cozinha (torneira e beberagem) e similarmente a setor de serviço, locais que precisam de mais pressão e/ou de água mais límpida. Esse ramal extra costuma ser utilizado similarmente para alimentar as torneiras de jardim, uma vez que a maior pressão disponível favorece o consumo de mangueiras para limpeza e aguagem.

Ligações da caixa d’água Além da bueiro de refeição, que termina na torneira de bóia, há na caixa d’água mais 3 tipos de ligamento: abafador, limpeza e barriletes. Acompanhe pela alegoria abaixo: O abafador encontra-se situado na parte superior da caixa d’água, próximo à aba. Sua ofício é evitar que água transborde, caso a torneira de bóia abortar. Exatamente para isso, o diâmetro do abafador possui que ser maior do que a bueiro de chegada. Em maior parte, nas residências se usa canal de 25 mm na refeição e de 32 mm no abafador e na bueiro de limpeza. Esta última encontra-se precisamente no fundo, bem cerce à aba, e sua ofício é desempacotar completamente a caixa para higienização ou preservação. Para tanto a bueiro de limpeza possui um repartição, para ser aberto única e especialmente nesta aberta.

Chegamos por isso aos barriletes. Esse é o nome que se acontece para as saídas no qual serão conectadas as tubulações de abastecimento da água fria pelo bem de raiz. Porém qual é a diferença entre um barrilete e a saída para limpeza? O barrilete arrecadação a água pelo pouco 10 cm acima do fundo da caixa, para evitar que se use água contaminada pelos depósitos que vão sedimentando no fundo da caixa.

A saída para limpeza arrecadação a água o mais próximo possível ao fundo, exatamente para remover as partículas sedimentadas. Ramais de abastecimento Como vimos, os barriletes são o ponto de ligamento entre os ramais de abastecimento e a caixa d’água. Os ramais de abastecimento, por sua vez, levam a água fria por meio de do bem de raiz conduzindo-a até os pontos de uso, constituídos pelos chuveiros e torneiras.

Em pequenas obras, costuma-se sair com um canal de 50 mm (1 1/2”) para alimentar o banheiro (com válvula de descarga) e outra de 25 ou 32 mm para alimentar cozinha, setor de serviço e banheiros com bacia de caixa acoplada. Em obras maiores, com mais cômodos, é acertado realizar uma saída para cada banheiro, outra para a cozinha e outra para a setor de serviço. Com isso, um local não interfere no desempenho do outro, uma vez que ficam completamente independentes.

Caso o banheiro utilize caixa acoplada ao avesso de válvula de descarga, pode ser alimentado com um único canal de 25 ou 32 mm, que servirá similarmente para o chuva e lavabo. Se o projeto estiver prevendo adiantamento de água de abundância, de algibe ou de reuso, deverá cabedal uma caixa d’água e uma bueiro especialmente para o vaso sanitário, uma vez que não se precisa usar água reciclada no chuva, nas pias, na cozinha e na setor de serviço.

As atitudes de canal que indicamos acima são genéricas, porém são similarmente as mais utilizadas, tanto que acabaram virando padrão para os dispositivos localizados no comércio. Atendem de fato à maior parte dos casos de pequenas obras, porém se você tiver um projeto distinto, como um comércio ou indústria, ou até inclusive uma apartamento um pouco mais sofisticada deverá dimensionar a bueiro, de acordo com veremos adiante.

Dimensionando a bueiro

O aferição necessário para entender o melhor diâmetro de um canal de abastecimento de água fria leva em conta vários bases como comprimento e forma do canal, porção de curvas e tês, consumo e pressão disponíveis. Em edifícios maiores, no qual o esforço passa a ser crítico, é acertado realizar o aferição acurado, uma vez que cada centavo economizado será multiplicará diversas vezes dando uma ótima diferença no final do esforço da aprimorado.

Em obras pequenas, digamos, com até 3 andares, você pode realizar um dimensionamento simplificado usando o princípios dos pesos. Ele se baseia no uso de cada forma de aparelho sanitário, de acordo com a cadastro abaixo: Vamos aceitar um banheiro no qual há uma bacia sanitária, bidê, lavatório e chuva.

É duvidoso que tudo funcione ao inclusive tempo, dessa maneira, vamos abraçar que funcionarão ao mesmo tempo somente a descarga do vaso sanitário e o chuva. Então, o peso máximo será de 40 + 0,5 = 40,5. Com esse valor em mãos, vamos ao ábaco em acessório e vemos que o canal seria um de 1 1/4″, porém está aproximadamente arraia; dessa maneira, vamos ficar com o clássico canal de 50 mm, afim ao o de 1 1/2″.

Não se esqueça, nos tubos de PVC são especificados pelo diâmetro externo, então o de 2″ corresponde ao de 60mm e não ao de 50mm. No ábaco os diâmetros são internos e em polegadas, por isso fique ligado a esse detalhe.

O dimensionamento pelo princípios dos pesos funciona a contento em pequenas obras, porém o acertado inclusive é admitir um profissional especializado que conseguirá realizar os cálculos exatos e apontar de modo correto os materiais.

Como em tudo na Engenharia, os cálculos precisam ser interpretados, considerando-se cada situação em sui generis. Mais uma orientação: se necessita do ábaco acima para seu consumo, basta abrigar-se o anais e em seguida aplicar usando um programa de difusão de imagens como o Photoshop ou Corel Draw.

Clique com o tecla direito do mouse em cima da imagem, escolha a escolha Abrigar-se como, baixo a imagem no HD de seu micro e em seguida use-a à desejo, ela está em acuidade bastante para ser impressa em uma bandeira dimensão A4.

Site de caixa de água:

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